Na primeira edição dos Happy Awards, seis organizações de diversos setores foram vencedoras: A Casa das Casas, Alberto Oculista, Associação Salvador, RE/MAX, Pinto Lopes Viagens e Zome.

Mas o que são afinal os Happy Awards? Um sistema de avaliação da felicidade…

Precursor

Medir a felicidade das organizações é tão subjetivo quanto desafiante. Foi por isso que, na ConsumerChoice, desenvolvemos um projeto único e inovador na forma como essa avaliação é feita – os Happy Awards. A principal proposta de valor, a par das que irei enunciar neste artigo, é o facto de avaliar a felicidade a vários níveis: na função, na organização e, como elemento diferenciador, a nível pessoal.

felicidade pessoal e no trabalho são indissociáveis e uma tem impacto direto na outra. Um colaborador só consegue ser verdadeiramente feliz no trabalho se a sua felicidade pessoal for satisfatória. Acreditamos que as organizações podem apoiar na melhoria da felicidade pessoal, se tiverem acesso a informação objetiva sobre essa matéria.

Através deste parâmetro de avaliação, podemos perceber se a insatisfação pessoal está a influenciar negativamente a felicidade dos colaboradores na organização e atuar em conformidade.

Revelador

Para além da felicidade e satisfação dos colaboradores em relação a determinado parâmetro, avaliamos também a importância, conseguindo assim fornecer dados úteis à gestão para a tomada de decisões estratégicas.

Ora vejamos: se numa organização, a maioria dos colaboradores revela ter um grau de satisfação de 4 numa escala de 0 a 5 no que toca ao vencimento, a inferência imediata é que o aumento da felicidade pode passar pelo aumento dos salários. Contudo, ao avaliarmos simultaneamente a importância, percebemos que, se a maioria dos colaboradores responder com um 3, numa escala de 0 a 5, a solução para aumentar a felicidade organizacional, poderá passar pelo incremento do salário emocional, por exemplo, ao invés da remuneração financeira mensal.

Este é apenas um exemplo dos outputs a que as organizações que são avaliadas pelos Happy Awards podem ter acesso. O relatório final permite às organizações candidatas aceder a um conjunto de conclusões relevantes que lhes permitirá tomar decisões e implementar medidas ao nível da gestãoárea comercialmarketinginovaçãoRH etc.

Fidedigno

Uma organização reconhecida pelos Happy Awards é realmente uma organização feliz, porque o escrutínio não se reduz aos colaboradores, como na maioria dos sistemas de avaliação existentes em Portugal e no mundo. Vai muito mais longe: avalia todos os stakeholders, nomeadamente colaboradores, clientes e fornecedores.

Da nossa experiência na primeira edição, podemos concluir que os Happy Awards têm um efeito transformador e catalisador de mudança nas organizações, permitindo a algumas candidatas fazer uma autoanálise, optando inclusive por recuar na decisão de participar nos Happy Awards para repensar a relação, por exemplo, com os seus fornecedores, prometendo voltar na segunda edição, mais confortáveis em relação a todos os parâmetros de avaliação.

Num sistema de avaliação que só avalia colaboradores, este tema não se põe. Acreditamos que as empresas só podem ser consideradas felizes se todos os envolvidos forem tidos em consideração.

Personalizável 

Cada organização é única. E os Happy Awards respeitam essas especificidades. No processo de candidatura, conhecemos a fundo as organizações e identificamos em conjunto todos os stakeholders.

Nalguns casos, dependendo do setor de atividade ou da natureza jurídica, podemos ter mais ou menos stakeholders e todos eles são avaliados.

No caso das imobiliárias, por exemplo, podemos ter como “clientes” os consumidores finais e os brokers; no caso de organizações de economia social e solidária, podemos ter como “fornecedores” os parceiros, os mecenas, os doadores regulares e os fornecedores.

Não competitivo 

Ao contrário da maioria dos sistemas de avaliação, os Happy Awards não são competitivos; são antes um reconhecimento da felicidade organizacional, não havendo lugar a competição. Toda e qualquer organização que obtenha uma avaliação final acima dos 70% pode ser reconhecida pelos Happy Awards.

A felicidade ou existe ou não existe numa organização. Acreditamos, por isso, que a comparação e os rankings não fazem sentido quando o tema é felicidade.

Conclusivo

Podemos tirar conclusões individuais, que são partilhadas exclusivamente com os candidatos, e também gerais.

Podemos afirmar que os colaboradores das organizações vencedoras da primeira edição dos Happy Awards estão bastante felizes (média de 5 numa escala de 0 a 5) com as entidades empregadoras, revelando orgulho pelas mesmas e satisfação em relação ao impacto positivo que têm na vida dos clientes; ao nível da experiência na função, a relação com a hierarquia e a liberdade de ser autêntico são os parâmetros em que revelam estar mais felizes; a nível pessoal, os colaboradores estão bastante satisfeitos com as amizades que têm no trabalho.

Tanto os clientes como os fornecedores avaliaram com média de 5 a confiança que possuem nestas organizações.

Após esta análise detalhada aos Happy Awards, convido os leitores a candidatarem-se à segunda edição, que abre já no dia 15 de agosto, ou simplesmente a marcarem uma reunião connosco para uma primeira abordagem, através desta página.

Teresa Preta

Diretora Geral

ConsumerChoice

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