Os bancos e as financeiras concederam perto de 1,8 mil milhões de euros em crédito ao consumo nos primeiros três meses do ano. Trata-se do valor mais elevado desde pelo menos 2012.

Apesar dos alertas, o crédito ao consumo não para de aumentar. Os bancos e as financeiras concederam perto de 1,8 mil milhões de euros em crédito ao consumo nos primeiros três meses do ano. Trata-se do valor mais elevado desde pelo menos 2012.

Dados divulgados pelo Banco de Portugal, na terça-feira passada, mostram que os bancos e as instituições de crédito disponibilizaram 1.799 milhões de euros em crédito ao consumo nos primeiros três meses do ano. Em termos homólogos, este montante é o mais elevado do histórico disponibilizado pela entidade liderada por Carlos Costa que remonta ao início de 2012.

O montante concedido nos primeiros três meses deste ano corresponde a um aumento de 15,51% face aos 1.557 milhões de euros disponibilizados no mesmo período do ano passado. O ritmo de crescimento foi também mais acelerado face aos 12,37% que se tinha verificado nos três primeiros meses de 2017.

O aumento da concessão tem sido transversal às diferentes finalidades de crédito ao consumo. Mas são sobretudo os empréstimos para a compra de carro e a categoria de outros créditos pessoais — onde se incluem créditos sem fim específico (compra de férias ou eletrodomésticos) ou para o lar –que mais têm puxado pelos níveis de concessão.

 

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